Polilaminina: a descoberta brasileira que pode devolver movimentos a tetraplégicos

jan 15, 2026

Um avanço na medicina regenerativa tem chamado atenção no Brasil e no mundo. A polilaminina, medicamento experimental desenvolvido por pesquisadores da UFRJ em parceria com o laboratório Cristália, tem apresentado potencial para estimular a regeneração da medula espinhal em pacientes com tetraplegia e paraplegia.

Sobre a polilaminina

  • É baseada na laminina, proteína natural presente na placenta humana
  • Atua como uma “ponte biológica”, ajudando os neurônios a se reconectarem
  • Permite que os sinais entre cérebro e corpo voltem a circular, restaurando movimentos e sensibilidade

Resultados iniciais

  • Pacientes apresentaram recuperação parcial ou total de movimentos
  • Melhora de força muscular, controle do tronco e sensibilidade
  • Testes em animais também mostraram respostas positivas

Pesquisa em andamento: uso ainda limitado

Apesar dos resultados promissores, a polilaminina ainda está em fase experimental e não possui aprovação ampla da Anvisa. São necessários ensaios clínicos maiores, controlados e revisados por pares para comprovar a segurança e a eficácia dessa substância. Sendo assim, especialistas alertam que, por enquanto, o tratamento não deve ser considerado uma cura definitiva, e seu uso precisa ser feito com acompanhamento médico rigoroso.

Por que é importante para a medicina?

A polilaminina desafia o paradigma histórico de que lesões graves na medula são consideradas irreversíveis. Dessa forma, caso os resultados se confirmem, essa proteína pode transformar positivamente a vida de milhares de pessoas, representando um marco na medicina regenerativa.

 

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